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7 de mai. de 2011

"Mãe, um pedaço do céu"

Amanhã é Dia das Mães e eis aqui uma pequena homenagem para essas mulheres (e pessoas que têm a função materna) que fazem o diferencial na nossa vida. Sei que é uma data comercial e que mãe de verdade é mãe por todos os dias do ano, não apenas num mero domingo. Mesmo assim trago três pérolas musicais dignas de carro de som, buquê de rosas vermelhas, cesta de frutas e muito chororô.

Mãe, um pedaço do céu

Cantada por Leonardo Sullivan, pernambuco, que tem um irmão também cantor e bastante conhecido também, o Michael Sullivan.

"Para mim sou grande
Mas pra ela pequenino (minha filhinha, meu bebê)
Sou adulto, mas pra ela sou menino
Quando olha pra mim seus olhos brilham
Um amor feito de sonho
De alegria e de esperança
Se estou junto dela sou criança
O mundo é muito mais bonito ("mamãe diz que eu sou linda")
Sem pecado e sem perigo

E ninguém no mundo vai gostar de mim
Como ela gosta (verdade, embora a gente veja cada barbeiragem de "mãe" por aí...)

Se eu estou errado ou certo não importa
Na alegria ou na tristeza ela está sempre comigo
Na hora do prazer me lembro dela (oi? olha o Édipo!)
Mas na hora da tristeza e da saudade
É meu abrigo
Por mim ela não mede sacrifícios
Pode parecer difícil que alguém ame desse jeito
Acontece que ela é a minha mãe
E mãe é sempre assim

Mãe, palavra que Deus inventou
Um anjo que à Terra chegou
Voando nas asas do amor
Mãe, palavra mais doce que o mel
Talvez um pedaço do céu
Que Deus transformou em mulher"


Mamãe, mamãe, mamãe, com Tonico e Tinoco


Outra breguice do ramo é Mamãe, cantada por Agnaldo Timóteo e Ângela Maria.


Beijo grande e bom domingo! Abraços, palavras bonitas, orações e ligações para as mamães de vocês, assim na terra como no céu.

15 de nov. de 2010

Será que eu sou feia?

Tô aqui assistindo O Papeiro da Cinderela, um programa genuinamente pernambucano, mas pelo fato de Cindy ser agora (antes tarde do que nunca) uma atração nacional, este mostra trechos de ontem no Programa da Eliana. Aí tem uma atração que é Cinderela no castelo recebendo convidados populares pra cantar e dançar. Numa dessas atrações, veio uma criatura cantando Garota Solitária, de Ângela Maria. A música tem um ritmo meio brega e a letra é ótima! Então, luz na passarela que lá vem ela...



"Esta noite eu chorei tanto (por quê?)
Sozinha, sem um bem (carência)
Por amor todo mundo chora (verdade)
Um amor todo mundo tem (aí já não sei... é... verdade)
Eu, porém, vivo sozinha
Muito triste sem ninguém (ooooow carência)

Será que eu sou feia? (espelho, espelho meu)
- Não é, não senhor
Então eu sou linda? (espelho, espelho meu)
- Ah! Você é um amor (amor? então ela é feia, não respondeu a pergunta)

Respondam então porque razão
Eu vivo só sem ter um bem? (a pergunta que não quer calar!)

- Você tem o destino da lua
Que a todos encanta e não é de ninguém! (meninoooooooo, perfeito. Agora eu sei toda a minha história, haha)
Ah! Eu tenho o destino da lua
A todos encanto e não sou de ninguém! (eu sou lua, destino em dobro)"