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14 de jan. de 2019

O nome dela pode ser Jennifer, mas eu encontrei ela no brega

Não se fala em outra coisa: O NOME DELA É JENNIFER (e você não consegue ler sem cantar) é o hit do momento. Em tudo que é canto, até nos sonhos, só dá essa música! Muita gente não sabe, mas antes dessa tal Jennifer procurar boy pelo Tinder, tantas outras mulheres apaixonantes rondavam nossas mentes com músicas chiclete. Vamos lembrar de algumas delas:

OLGA - Adilson Ramos
Quem nunca encontrou uma Olga e cantou em alto e bom som "ÔOO OOOOOLGA", a ponto de assustar o povo?

KELLY - Banda Labaredas
Um dos hinos do brega pernambucano. "Ô KEEEELLY, Ô Ô Ô KEEEEELY!". Gente, isso é muito bom!

VERÔNICA - Maurício Reis
Depois de meia hora de "VERÔOOOOOONICAAAAA". Uma palavra já é o refrão todo!

LADY LAURA - Roberto Carlos
Tem gente que diz que isso não é brega, mas repara na letra e no ritmo... "Lady Laura, me leve pra casa. Me conte uma história. Me faça dormir". Isso depois de uns vinhos é sofrência na certa.

LUANA - Julio Nascimento
Essa nem é tão conhecida, mas dá pra aperrear muitos as Luanas por ai... hahaha

Independente do nome, uma coisa é certa: é mais fácil encontrar ela no brega! <3

28 de nov. de 2017

O poder feminino do brega pernambucano

Muito se canta nos bregas pernambucanos sobre mulheres que descem até o chão porque o cara manda, meninas novinhas que "senta a p* vai c*" porque o cara tá pedindo. Até parece submissão, coisa de mulher vulnerável, mas já perceberam que existem mulheres bem decididas e determinadas por aí? A começar pelas cantoras? Pois é, o trio de meninas superpoderosas do brega pernambucano - Carla Alves, da Loira Marrenta; Priscila Senna, da Musa; e Raphaela Santos, da A Favorita - chegou por aqui para dar uma entrevista :) Digo trio, mas sabemos de tantas outras mulheres lindas e guerreiras que o nosso brega tem, como Michelle Melo, Adriana Araújo, Palas Pinho, Isa Falcão, Elisa Mell... São elas que não só colocam o brega pernambucano lá em cima como nos representa também (sim, sim, esse blog é escrito por uma mulher!). 

Raphaela e Priscila, prévia do clipe "B.O."
A blogueira Patrícia Faria, de Minas Gerais, iniciou a entrevista perguntando sobre o que Carla, Priscila e Raphaela acham do atual cenário do brega pernambucano. Carlinha falou que as pessoas se envolvem muito com as músicas e com as letras, que mesmo as cantoras tendo timbres de voz diferentes, cada uma conquista o público da sua forma. "Todos os fãs se juntam e torcem por todo mundo. Nós somos da mesma empresa, a RME produções e todo mundo se junta pra apoiar. É muito bom ver nosso companheiro de trabalho feliz e fazendo sucesso", afirma Carla. Priscila comentou também que as bandas estão com novas formas de apresentação, já que nem todos os shows possuem bailarinas no palco. Além disso, algumas bandas tem apenas uma vocalista, como atualmente a banda Musa, mas que com A Favorita, por exemplo, Raphaela divide o palco com outro vocalista, o Fabio. A expectativa agora é para o lançamento do novo clipe da banda Musa com a música "B.O.", que conta com a participação de Raphaela, da A Favorita.

Raphaela Santos é cantora do famoso hit "Só dá tu" e vocalista da banda "A Favorita", sua primeira banda. Segundo Priscila Senna, da banda Musa, Rapha sempre teve uma personalidade forte e única, de voz incrível e nunca teve dúvida que a banda ia fazer sucesso. "Deus dá a quem merece", falou Priscila, mostrando o merecimento do sucesso que a banda faz hoje. Para Carla Alves, quando a pessoa canta com amor, quando não sente inveja, quando não atrapalha nem deseja o mal tudo acontece e o sucesso aparece.

Só dá voz bonita, inclusive a minha! hahaha #dublagemperfeita

Mesmo com essas reformulações e com o mundo da música sertaneja tão presente nas rádios, na mídia e nas grades de show de todo o Brasil, as três cantoras afirmam que permanecem muito unidas e representando a forma feminina no mundo brega. Todas mães, jovens e com muito sucesso e carreira pela frente, sabemos que não só representam, mas enriquecem, fortalecem, perpetuam o brega pernambucano. Desde já e como sempre, desejamos muitas felicidades, determinação, carinho e talento que sempre tiveram com nós, bregueiros.

Haja voz! Haja sucessos!

Cantaram junto? Lembraram junto? Dançaram junto? Mandaram muita energia boa para essas meninas? Aí tá certo! Beijos, suas lindas.

1 de out. de 2017

Ritmo Kente - um brega de musical

Tem gente que ainda teima em dizer que brega não é cultura. Esse tipo de gente esquece que a música brega é uma das maiores representantes do povo, do amor, do social, da periferias, das crônicas humanas. O brega expressa sentimento, realidade, desejo, alegria, vida. Agora imagine uma peça de teatro repleta de famosos bregas pernambucanos... Perfeito, né não? 


Está em cartaz aqui em Recife a peça "Ritmo Kente: um brega musical", que tem como um concurso para escolher a dançarina do Mc Kivara. Toda a história e seus diálogos tem como base as letras dos bregas, como "Novo Namorado", "Diário", "Rapariga é você", entre outros sucessos. Inclusive a versão de "Opinião" ficou show demais! Ótima dica de passeio, diversão e cultura para curtir com a família e amigos. 
A peça está em cartaz no teatro Eva Herz (dentro da Livraria Cultura do shopping Riomar Recife), sempre às sextas e sábados até dia 14 de Outubro. Os ingressos custam R$ 20 (meia) e R$ 40 (inteira). Vendas no local.
Quem assistiu essa semana foi nossa queridíssima Palas Pinho (foto ao lado), uma das divas e incentivadoras do brega pernambucano.


Vale a pena conferir! Beijos :)


29 de ago. de 2017

Lançamento do livro "Ninguém é perfeito e a vida é assim"

Thiago, Michelle e Palas
Melhor capítulo? hahaha
Mais do que um trecho de brega, agora o "Ninguém é perfeito e a vida é assim" também é literatura. Foi no dia 23 de Agosto de 2017 que o cenário brega pernambucano ganhou mais força, respeito e carinho com o lançamento do livro escrito por Thiago Soares, jornalista e professor da UFPE, adorador do brega muito antes dos programas de auditório. No evento estavam presentes amantes do brega, Michelle Melo (ex-Banda Metade, dona de todos os gemidos românticos musicais), Palas Pinho (ex-banda Ovelha Negra, ela mesma, da "Amor de rapariga não vinga não", Thiago Soares e demais parceiros da produção literária. 

De início houve a exibição do curta metragem "Estás vendo coisas", de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca retratando um pouco da rotina do brega como as festas, luzes e sons que permeiam nosso "país" Pernambuco e sua riqueza cultural. Após o curta, o que enriqueceu ainda mais o lançamento do livro "Ninguém é perfeito e a vida é assim: a música brega em Pernambuco" foi o debate entre Jader Janotti, Fernando Fontanella., Chico Ludermir e Thiago Soares. O tema principal remete ao brega como um estilo musical de baixa qualidade, "coisa de pobre", que faz insinuações sexuais e apelativas. Sabemos mais do que nunca de como isso retrata um estereótipo criado pela sociedade considerando que o que vem da periferia não tem qualidade ou denigre a imagem do ser humano. Se "numa letra de um brega se fala de amor", ao mesmo tempo, tem bregas que remetem a uma mulher vulgar, de corpo gostoso e sensual, que a torna passivelmente dominada pela figura masculina (que por sinal, em muitas músicas, pode botar gaia na mulher sem levar culpa). Toda essa discussão vem em cima de todo o contexto histórico da própria origem do brega, de onde ela se mostra, de quem consome - pobre e rico, branco e preto, homem e mulher - e de como é vista socialmente.

Eu e Thiago
.: Faço uma consideração ao que foi comentado lá: não basta falar sobre o brega, é preciso falar também sobre a quebra de paradigmas e esterótipos relacionados a mulher e o negro - duas identidades sociais muito discriminadas - que agora adentram nas universidades, nas diversas áreas de atuação de trabalho e na mídia. O que é falado em teoria, entretanto, muitas vezes não é visto na prática... Palas e Michelle, duas mulheres com rico conhecimento nas vivências de brega, não fizeram parte do debate. Acabei sentindo falta. Ainda, acredite se quiser, muita gente fala comigo na funpage como "Oi cara", "Quem é o donO dessa página?". A surpresa é grande quando digo que quem comanda o blog é uma donA. Até parece que mulher não tem conteúdo, não pode trocar conhecimento, só tem tempo pra cuidar da casa, marido e do corpo escultural em vez de escrever textos. Mais que citação, que nossa presença seja atuação :.

Thiago, te desejo todo o sucesso e saiba que o brega pernambucano sente-se muito feliz com tudo o que foi explorado no livro. Parabéns pelo empenho, parabéns pela coragem, parabéns pela criatividade e força que te fizeram realizar um projeto tão importante para a cultura pernambucana.

Beijo a todos!

11 de abr. de 2015

Chegou no Pará, parou!

Este não é um blog de viagens, todos sabem disso, porém a terra visitada neste feriado foi Belém do Pará, conhecida por sua riqueza cultural e musical (aí o brega entra). Quando eu dizia "Vou pra Belém no feriado" ouvi várias pessoas falarem "Perdeu o quê lá?". Puro preconceito regional de gente que diz ~amar~ o Brasil, acredito eu. E na minha breve resposta "Perdi teu preconceito lá, sou louca pra conhecer o Pará e vou encontrar muita coisa legal" eu tinha certeza de uma viagem cheia de experiências e coisas exóticas. Acertei!


Pinduca, o rei do carimbó.


Assim que cheguei, por volta das 23h, fui conhecer a famosa festa Quintarrada, promovida pelo guitarrista fera Félix Robatto. Gente interessante, de todas as idades, que estavam ali esbanjando alegria e gingado. Festa das boas, ótima dica pra quem quiser conhecer e vivenciar um pouco do cenário musical paraense. Na mesma noite, por  sorte destino maravilhoso meu, teve show de Pinduca, grande ídolo, ícone e rei do carimbó. Ouvir "Sinhá pureza" in loco foi bem especial.

 
Passeio de barco pelo rio Guamá, 06h30.
 
PRIMEIRO DIA
Às 05h00 da matina (sim, logo após a Quintarrada) partimos (eu e um amigo) para um passeio pelo rio Guamá, rumo à ilha dos Papagaios. Cenário paradisíaco para um belo início de dia, ao som do canto dos papagaios que acabaram de acordar (diferente de mim que nem dormi). É aquele momento em que você agradece a Deus por mais um dia, por mais uma oportunidade de estar vivo. Ver os papagaios voando aos pares dá a sensação de que não estamos sozinho neste mundo nem muito menos devemos desperdiçar os bons momentos que a vida nos dá, seja ela o mais simples que seja.
Maniçoba + Caruru + Vatapá
De volta ao hotel, seguimos para o centro da cidade, de ônibus. Fizeram muito medo do tipo "só ande de táxi, Belém é muito perigoso", mas morar em Recife é quase um estágio para qualquer outra cidade. Descobri que várias linhas de ônibus passam pelo mercado Ver-o-peso (e muita coisa legal fica nas redondezas dele) e turistar em Belém não foi algo de outro mundo. 
Visitar a Basílica de Nazaré (belíssima), Mercado Ver-o-peso,

Ver-o-peso
Praça do relógio, Igreja da Sé, forte do Presépio, Casa das 11 janelas, igreja do Carmo, Mangal das Garças. Vislumbrar um pouco de cada lugar  é vivenciar muita história, beleza e cultura, além de fazer uma longa caminhada que nem cansa (quando o assunto é viagem a gente anda quilômetros que nem sente). O bom disso é o queimar das calorias ganhas na viagem. A parte gastronômica de Belém é bastante desenvolvida e embora eu não tenha apreciado muita coisa, me senti uma índia falando tanto bacuri, jambu ("o tremor do jambu é gostoso demais", como canta Dona Onete), uxi, cumaru. Em meio a passadas turísticas, o descanso merecido de fim de tarde no Mangal acredito que foi o auge do dia. Entrada gratuita, espaço bem amplo, arborizado, cheio de garças dando rasante na sua cabeça e uma vista belíssima de quase toda Belém. Até certo ponto é um oásis em meio ao rio e a periferia, em meio ao barulho e a correria.
 

Escolha o seu óleo ou perfume, hahahaha. Diretamente do Ver-o-peso (para quem acredita deve funcionar mesmo).
 
SEGUNDO DIA
Cerveja sabor Taperebá = Cajá
Vir a Belém e não comprar o óleo da Bota é ir a Recife e não comer bolo de rolo (exageros, tô brincando, hahaha). Sendo assim, fazer compras no Ver-o-peso é melhor do que comprar roupa em Miami. Os investimentos foram de castanha do Pará, bacuri, jambu a cds de brega, óleo "Pega homem" e vasos marajoaras. Ao lado do Ver-o-peso (que, pensava eu, era aquele prédio azul legal, mas na verdade aquele é o mercado de peixe) fica a estação das Docas. Linda! Toda de ferro, com banda passando por cima de você enquanto você almoça, toma um chope da Amazon Beer (cervejaria de lá) e depois toma um sorvete na Cairu (sorveteria top de Belém, ponto turístico-gastronômico). Lembra muito o nosso Marco Zero, beirando o rio, barquinhos passando, lugar tranquilo e de boa paisagem. 
Jurunas vista da varanda de Gaby com o rio Guamá no horizonte.

Após a estação das Docas (bem após, após mesmo, mas é andável) fica o Ver-o-rio. Lugar tranquilo também, ótimo para casais apaixonados e apreciadores de um pôr-do-sol refletido no rio. De lá, segui para o famoso bairro do Jurunas, terra da nossa querida Gaby Amarantos. Que visita linda, meu deus. A casa dela é linda feito ela e a terra dela é exótica feito ela. De uma de suas varandas dá pra ver o rio e a igreja em que a mesma começou sua cantoria, seu gogó de realeza.
A Portinha
Bairro simples, com jeito acolhedor, mas que também nos ofereceu um "cuidado quando chegar lá, cuidado com o celular, é melhor não pegar ônibus" bem típico de periferia plana (sem morro).
Depois no momento vip, amiga viajante e jornalista do brega, Gaby nos levou para a Portinha, restaurante espaço gastronômico bem conhecido por lá, que já ganhou vários prêmios, localizado na Cidade Velha e de comida ma-ra-vi-lho-sa. A maniçoba lá é gostosa, por aí você tira (comi um no centro da cidade e tinha gosto de terra). Além do pastel de pirarucu + jambu (o famoso mato que treme) + tucupi, provei o bolo de chocolate com castanha do pará e cupuaçu. Gente, perfeito. Pensei até em comer o bolo todo e voltar pra Recife nadando... Sério. Muito bom. Depois do abraço caloroso de Gaby e a comilança, voltamos para o hotel.





Mangal das Garças
 





















TERCEIRO (e último) DIA
O voo saia no fim da tarde, então o passeio ficou reduzido. Seguimos para a praça de República, que é tipo a ~praia de domingo~ de lá. Famílias reunidas, feira de artesanato, apresentações culturais, crianças brincando. Uma típica manhã ao ar livre. Nesta praça fica localizado o Teatro da Paz (o Santa Isabel de lá), bem legal por fora. Estava fechado e não pude ver a lindeza por dentro (segundo as imagens do Google e referências pessoais). Estava lá um famoso vendedor de cds bregas e de músicas românticas, o Bacalhau, conhecido por ser chapéu de gaia touro.
Teatro da Paz
Até então ainda não tinha pego chuva em Belém, o que é raro. Pois... Nesta linda manhã de sol fui surpreendida por uma chuva daqueeeelas, torrencial. E igual a Recife, só chuva, nada de diminuição de calor e mormaço. Depois desse leve transtorno, fomos para o shopping Boulevard, que assim como os de todo o Brasil, estava com a praça de alimentação lotada. Após o shopping, a dor da partida... Aeroporto.

Em resumo, terminei a viagem com a energia renovada, cheia de histórias pra contar e fotos pra me amostrar. Bom mesmo é ver o quanto o nosso Brasil é rico em cultura, natureza, belezas que muitas vezes não são exploradas. Gente que conhece a Torre Eiffel (nunca fui), diz se orgulhar do Brasil, mas sente vergonha da região Norte que só tem mato e macaco ou do sotaque do nordestino. Gente de mente pequena e que está erradíssima. Fica aí a dica para vocês conhecerem este estado que já sabia que era bom, mas confirmei que é mesmo!

Beijos com sabor de cupuaçu e cachaça de jambu :) 

19 de out. de 2013

Muito amor e plástico pra pouco barulho.

Assim como todo filme/documentário de música que mostra o público entrando no show, vamos lá ao contexto pré-sessão do festival Janela Internacional de Cinema do Recife. Ingressos esgotados, fila dando volta no quarteirão, cheiro de espetinho e gente cantando "Se era", de Musa do Calypso. Eu estava ansiosa pra ver de que modo mostrariam o brega e seus personagens. Ao entrar, algumas pessoas importantes para o filme estavam no palco apresentando o longa, inclusive Michelle Melo e Dedesso (vocalista da Vício Louco). Michelle, nossa diva do brega, confessou que serviu como laboratório para as protagonistas do filme e disse"O brega é minha vida. É muita emoção ver o cinema lotado pra ver um filme de brega".
 
O filme se passa no bairro do Coque com cenas no Pina, legendado em inglês. A personagem principal Jaqueline (Maeve Jenkins), a musa, vocalista da banda "Amor com Veneno" parece estar numa eterna crise existencial. Diz que começou de baixo, que começou a fama há muito tempo... Mas não é feliz, dá pra ver. Já Shelly, a dançarina de brega que sonha em ser famosa, é a vivacidade em pessoa. É mais disposta, decidida e mais alegre. Uma banda concorrente, a "Amor com Mel", trazendo como música de sucesso "Bye bye amor, sou gostosa loira ou morena". Quase plágio. A cena mais comentada e mais esperada foi a de Jaqueline cantando "Chupa que é de uva" de forma bem poética, quase que recitando. Foi interessante, tá, gostei. Na verdade o que mais me agradou foi o humor. Piadinha ou outra aparecia e isso foi deixando o filme bonzinho de se ver, incluindo a antipropaganda do Shopping Rio Mangue (Riomar) e seu dia de inauguração. VRÁ!
 
Shelly e Jaqueline (Musa)
O AMOR foi retratado com cenas calientes, beijos e traições. O PLÁSTICO é explicado no filme, "Sucesso é descartável, feito um copo de plástico bem vagabundo. O tempo passa e vai amassando pra joga fora". Barulho foram as músicas, poucas, que por sinal deixam a Musa com labirintite. Acidente de trabalho, rotina cruel. No fim de tudo achei muito amor e plástico pra pouco BARULHO. Ou pra muito, porque o alarde criado para o filme "Amor, plástico e barulho" foi grande. Poucas músicas e uma história meio deprê (o que não torna o filme ruim, mas faltou animação). Sinto que Maeve será tipo uma Hermila Guedes, estrela de filme cult pernambucano, famosinha nas baladas cult, adorada pelas pessoas cult. Mas voltando ao filme, vamos lá, repensando: se for considerar que nos palcos a vida é muito melhor que nos bastidores, que cores e músicas alucinantes não tornam o coração mais alegre, que geralmente quem vive/usa o brega pra ascender profissional e financeiramente sofre um bocado, ok, filme bom!

29 de set. de 2013

Pode usar drogas, Adnet.

Stand up de Marcelo Adnet em Recife foi voltado a tirar onda com bairros, torcidas, Cardinot... e brega. Deve ser legal fazer piada com coisas que vivem de preconceito, não é mesmo? É fácil ser "inpoliticamente correto" feito Rafinha Bastos. Mas vamos primeiro pro contexto: tema aviões.

- O senhor tem alguma droga na sua mala, senhor?
- Ok, eu confesso... Estou aqui com um cd de Kitara.
 
Risada na certa! É igual antigamente (hoje ainda se vê, mas de maneira mais cuidadosa) quando se fazia piada com gordos ("rolha de poço"), com gay ("voa, gazela!"), com pobre ("na vida, pobre só vai pra frente quando tropeça"), com negro ("modelo de carvoaria"). Achar que uma banda de brega é droga foi um tanto infeliz. Sim, esse pessoal de Stand up quando chega na cidade faz uma pesquisa sobre lugares, comidas e afazeres que são motivo de ~graça~ pra jogar no meio do teatro. É técnica e acho massa, porque fica mais compreensível e adaptável a realidade. Só que em certos casos eu acho preconceituoso, carregado de estereótipos, rebaixante. Sim, não sou obrigada a dizer "que engraçado, isso é só uma piada, não tá ferindo ninguém" se já está sendo. Não gostei e pronto. Opiniões a favor ou contras, mas que tenham as suas opiniões. A minha vocês já sabem...

8 de set. de 2013

Cassiano: o dom das cores e figurinos.


O Quem gosta de brega sou eu entrevistou o querido Cassiano Silva. Se você gosta de brega e forró com certeza já se deparou (mesmo sem saber que era dele) com as lindas roupas que esse artista aprontou. O bicho é inspirado, viu?

Cassiano Silva

32 anos
Recifense
Estilista formado pelo SESC e SENAC.

 
Quando descobriu que gostava de roupas e figurinos?

Desde pequeno ja desenhava, mas acho que aos 12 anos comecei a desenhar moda e há 13 anos me dedico a esse mercado de bandas, forró e brega, deixando claro que comecei no brega. Amo o que faço, me fascina.
 

Como começou sua carreira de estilista?

Primeira cantora pra quem fiz a primeira roupa foi a Michelle Melo. Depois recebí o convite pra trabalhar na swing do pará. Comecei no mercado infantil tinha covers de Sandy e Jr e Xuxa. Através disso fiquei conhecido e pintou convites para produzir bandas. Fazia desde as roupas as maquiagens e cabelos da galera.


Xuxa e Garota Safada
Um sonho?

Ser reconhecido nacionalmente e dar uma entrevista pro Jô.  Já fui entrevistado pela Regina Casé em 2007.


Pra quais bandas e cantora(e)s você já trabalhou?

Garota safada, Magníficos, Arreio de ouro, Banda Metade, Saia rodada, Swing do Pará, Léo magalhaes, Forró do movimento, Companhia do calypso, Banda Torpedo, Forró da coelhinha, Forró safado, Capim cubano, Banda Mercosul de Santa Catarina


Você tem um estilo proprio ou molda o estilo de acordo com o artista?

Cheila da Swing do Pará

Costumo dizer que amarro o burro onde o dono manda. Busco inspiração em minhas pesquisas, procuro ver o que é tendência, pesquiso a história da banda e a coisa vai fluindo.


Você se inspira em quê ou em quem nas suas criações?

Eu foco no trabalho da banda ouço as músicas e viajo nessa onda. Claro que amo o trabalho da Beyoncé, Kelly Minogue. Elas me inspiram também. Quando estou desenhando pro garota ouço garota entende? E assim sucessivamente.


DVD Saia Rodada

O ritmo da música/banda faz você mudar o estilo?

Eu sugiro mas , quando não acatam respeito meu cliente, nem todo mundo está pronto pra mudanças né? Mas na maioria das vezes eles acreditam em mim. Aí a coisa flui legal.


Pra quais bandas/artistas você já fez figurino?

Garota safada, Magníficos, Arreio de ouro, Banda Metade, Saia rodada, Swing do Pará, Léo magalhaes, Forró do movimento, Companhia do calypso, Banda Torpedo, Forró da coelhinha, Forró safado, Capim cubano, Banda mercosul de Santa Catarina.


Prefere figurino feminino ou masculino?

Femininoooooooooo. Adoro vestir mulheres.


Faz roupa só pra bandas ou pedidos particulares também? Tipo vestido de formatura?

Faço tudo se o tempo der. Até noivas ja fiz.


Tem tempo pra lazer?

Me faço de doido preciso namorar né? Ninguém é de ferro. Quando um me encomenda parece que todos querem também na mesma hora. Eu fico louco kkkkkkkkkk


Um figurino fica pronto mais ou menos em quanto tempo?

Uma semana. A gente dá um jeitinho é só não dormir.


Você só desenha ou costura também?

Desenho e compro o material. Não costuro, quem costura são minhas costureiras Nina e Luciana.


Se sente realizado profissionalmente?

Sinto adoro que faço e me realizo.


Parabéns pelo talento, Cassiano. Sucesso!
=)



 

 
 

16 de ago. de 2013

3 anos de blog. Que feliiiiz!


PENSOU QUE ERAM 10 BREGAS? QUE IA CANTAR SÓ 10 BREGAS? AH AH AH, SÃO 20, MEU BEM.
3 anos de música, de conversas, de risadas, de amizades, de felicidade, de compartilhamentos, de histórias, de babados. E o blog ganha cada vez mais força e mais amigos. Fico feliz por não fazer algo em vão, por fazer pessoas se conhecerem e se divertirem, por vocês olharem o brega como música, não apenas como ruído, hahahaha. De presente listo 20 bregas marcantes aqui em Pernambuco. Pra quem já é daqui vai viver de cantar. Quem não é, vai se sentir no calor, no caldo de cana e no bolo de rolo, completamente em casa!
(obs: não é possível colocar tooooodos os bregas, tooooodas as bandas, então não fiquem tristes se por acaso faltou alguma música)

1. Nega do Babado - Milkshake http://youtu.be/PY-J4yowH9s
2. Reginaldo Rossi - Leviana http://youtu.be/-X10HdWhSJE
3. Kelvis Duran - Perdoa-me http://youtu.be/3fruqHaR-Xo
4. Banda Labaredas - Garotinha linda http://youtu.be/kUjEE3EtIG8
5. Banda Kitara - Você me ama http://youtu.be/uOFRPMBVBbA
6. Banda Bregueço - Dominado por mulher http://youtu.be/mnXmJ4A-g4k
7. Frutos do amor - Diario http://youtu.be/jWffNLoTbXA
8. Brega.com - Garota de programa http://youtu.be/7KmTHU-HWlc
9. Vicio Louco - Obsessão http://youtu.be/r4a_QSve6TY
10. Caricias - Eu digo não http://youtu.be/G-4JVtHFBFo
11. Banda Metade - Topo do prazer http://youtu.be/G5H5wRFUPpc
12. Ritmo Quente - Vou te agarrar http://youtu.be/jDAGrGSdEK8
13. André Viana - Estou apaixonado http://youtu.be/4wiFTw8F7zU
14. Chama do brega - Artigo de vitrine http://youtu.be/u7O91sr920I
15. Musa do Calypso - Podem até nos separar http://youtu.be/cw1xdi5nG6M
16. Conde só Brega - A vida é assim http://youtu.be/XG50F4e6_HQ
17. Swing do amor - Eterno amor http://youtu.be/nmXSLYXIZLc
18. Banda Ovelha Negra - Amor de Rapariga http://youtu.be/385u9rf7U3o
19. Mancha de Baton - Me guardei pra você http://youtu.be/kDkmXVCGIyc
20. Banda Aparências - Não deixe o brega morrer http://youtu.be/7bMmsm6OJsk

Desde já agradeço a todos vocês por tornar este um blog arretado. Que esse seja mais um de muitos anos! Beijos carinhosos em cada um ;*

23 de jul. de 2013

Pesquisa sobre música brega!

Pra quem gosta de brega, pra quem não gosta, pra quem venera, pra quem não suporta: uma pesquisa sobre música brega =D
Link: https://docs.google.com/forms/d/1SbUwLyBoiSjHDf3kFNJI2eBQfcERGXhwigYB-5hNQNY/viewform


 
Participem. Beijos!

7 de abr. de 2013

O dia que troquei banda Kitara por Skank.


Para surpresa de muitos, inclusive do meu pai e da torcida do Sport, não fui a gravação do dvd da banda Kitara. Você também se assustou com a notícia? Calma, há coisas mais importantes para se preocupar...

Motivo principal e único: Não vou ao show hoje por não ter ingresso. Não comprei porque iria ganhar, uma pessoa da banda havia me prometido. Talvez pela correria ou talvez pela minha falta de prestigio em não ser global, não obtive o ingresso. Por não ter ganho, não comprei. Nem nas lojas, nem a cambista. Imagino a quantidade de jornalistas que cobriram o dvd sem ao menos gostar de brega... Mundo injusto Devia ter feito Jornalismo...
Sou uma das poucas que divulga o brega pernambucano e não me vi no direito de comprar ingresso, muito menos mendigar (coisa que fiz um pouco). 35 reais - ingresso pista - não é lá grandes valores, mas faz falta e quis me dar ao luxo de querer que me dessem ingresso. Em pensar que esses 35 puderam complementar os 100 referentes ao valor do ingresso do show de Skank, banda que eu amo e raras vezes vem a Recife. Sei que era gravação de dvd, momento raro, mega produção (um pouco pra mascarar a simplicidade que é o brega), mas me motivei mais pela banda mineira. Foi nesse momento que preferir trocar o brega pelo pop/rock, ambos MPB. 

Perdi o show e por incrível que pareça a dor do parto foi pequena, não fosse o consolo de um certo amigo:

"Se a Kitara fosse na época de Mancha de Baton, Bregueço, Brega.com, Carícias não estaria com todo esse cartaz... Seria mais uma apenas". Essa frase foi pra fanpage e muita gente curtiu, logo, entendesse toda a verdade que ela carrega. As grandes bandas de brega atuais são aquelas bancadas pela RME produções, já perceberam? Kitara, Musa, Boa Toda, Torpedo... Se não são da RME são influenciadas de alguma maneira (tentando se enquadrar, ter o padrão, sabe?). Dou valor a produtora visto que está conseguindo grandes investimentos e, querendo ou não, convence a população com suas melodias românticas. Mas cadê Michelle Melo, Kelvis Duran, Vicío Louco, Swing do Pará tendo participação no dvd? Nem venha dizer que é concorrência porque a RME monopolizou, nem venha dizer que não era o momento porque era. Uma banda de brega gravando dvd no palco onde pisou Elton John, Ivete e Backstreet boys é, de fato, um poder e tanto. E porquê não chamar os amiguinhos do brega, aqueles que por falta de sorte não tiveram uma produtora e patrocinadores bons o suficiente pra bancar um dvd no Chevrolet Hall? Não, o ego do "se eu consegui, eles que tentem conseguir também" falou mais alto. Mesmo assim estão de parabéns! =)

E enquanto terminava essa postagem fui convidada pra jantar, o que se esticou para o clube Madeira do Rosarinho. Muitos vocês, creio eu, não sabiam que Madeeeeeeeeeeeira do Rosarinho não é apenas uma música de carnaval... É um clube, localizada perto do Arruda (eca). E na contramaré do "não vai pro dvd de Kitara?" fui ouvir brega antigo lá, bregas que eu mal conhecia ou lembrava de longe. Inclusive no Madeira a Musa do Calypso se apresentou diversas vezes, até com cachê de 800 reais. Aí depois da fama não volta mais às "origens", porque umas horas de show lá fariam a banda não lucrar uns 24mil (valor do show é 25)...
Clube simples e que de cara me fez lembrar do clube das Pás, bem parecido na sua estrutura... E no seu público, sempre dançante. A noite foi tão inesperada que sentei até na mesa da presidência do clube, com conversas sobre música, Deus e gaia. Infelizmente não teve show, mas o ambiente igual e diferente já me fez ganhar a noite. Conhecia o clube apenas de nome e de repente eu estava lá, sem planos, por consequência do quem sabe destino. E mágoa de não ter ido pro show de Kitara passou...

Por fim, tudo o que eu havia planejado não aconteceu. Tem hora que plano não adianta, o melhor mesmo é o inesperado, coisa que o sábado me proporcionou =)

15 de mar. de 2013

E aí, você é anormal do brega?

Tenho certeza que muita gente aqui é. E assumido(a)! hahahaha


"Até quando ele dorme ele sonha com o brega
Se vai no banheiro ele só canta brega
No seu walkman só tem fita de brega
Na loja de disco ele só compra brega
Se vai a um funeral ele só pensa em brega

Quando chega numa festa ele chama atenção da galera
Ninguém nega que ele o anormal do brega"

22 de fev. de 2013

"O que não falta é novinha oferecida no meio da rua"

(Por Catharina Melo)


As complicações dos relacionamentos modernos... A gente vai se afogando em ser moderna, atualizada, a mulher com todos os direitos possíveis e imagináveis... Mas isso acaba afetando o envolvimento. Perdemos o jogo de sedução. Deixamos de ser conquistadas, passamos a querer tudo em nossas mãos. O homem gosta de ser Alfa. De dominar. De conquistar. De jogar.
Diante de observações e conselhos de amigos, consegui reunir alguns detalhes que passam despercebidos durante as complicações amorosas:

1. Seja difícil, mas não seja difícil demais ("primeiro eu, segundo eu, terceiro eu" sem excesso). Nada fácil demais, nada impossível de se chegar.

2. Faça mistério, mas não se transforme em esforço. Homem gosta de conquistar, mas também gosta de usufruir da conquista ("Venha meu amor, não me deixe assim. Preciso de você aqui perto de mim" é o que você deseja ouvir dele, eu sei).

3. Não assuma, talvez nem tenha, mas implante a semente da dúvida. Faça-o achar que há outros. Homem adora disputa
("Já são 5 da manhã e não dormi quase nada, só pensar que tu me disse que iria se casar")... Alimenta a sensação de conquista e o ego também: “Tantos homens querem, mas ela está comigo”.

4. Ceda, faça ele provar do prêmio, mas não se ponha sempre disponível ("Eu tenho medo de me envolver, me entregar inteira pra você"). Não se ofereça. Assim sendo, não saia com ele sempre que ele chamar e também não o chame pra sair. Saia com ele, fique, deixe sua marca e não atenda o telefone (nada de "liguei pra dizer que eu gostei, liguei pra dizer que eu quero te amar" assim de cara). 

Eu sei que a tendência feminina é entrar em pânico, querer ligar, mandar SMS, falar em chat de facebook e tudo mais. Mas aí você vai ser IGUALZINHA a exatamente o que ele não quer. A conjuntura atual exige, acima de tudo, que além de linda, inteligente, descolada, divertida, a mulher seja acessível sem ser pegajosa e fácil.

Facilidade não atrai ("sou toda sua, faça o que quiser de mim" é objetivo demais. Não faça a linha Michelle Melo, seja Sandy). É genético, ele gosta de ser alfa. Mas empecilho demais faz o cara desistir; afinal de contas, o que não falta é novinha oferecida no meio da rua.


Sumida estava eu!

GENTE QUERIDA, AMADA, BREGUEIRA, estavam com saudade de mim? Tenho certeza que sim! Mil desculpas, perdões, beijos e amores, estive ausente mesmo. Mas agora prometo que volto com tudo ;)

Esse post é sobre meu querido carnaval pernambucano, que esse ano não teve tanta participação de brega quanto o do ano passado (mesmo sendo exportado). Quem teve a felicidade de encontrar o "Quem gosta  de brega sou eu" pelas ruas de Olinda e Recife Antigo se deliciou com os famosos pirulitos do brega. 


Soube até que o pirulito deu sorte. Teve gente que arranjou boy e tudo (só eu que não tive essa sorte, hahahaha). Pelas ruas conheci gente, tirei foto, distribui amor, sorriso e pirulito. Foi legal, foi interessante. Ano que vem a coisa fica mais firme e vai ter pirulito pra todo mundo! Até os novinhos de Brasília gostaram (vide foto abaixo).



Beijos seus lindos. A saudade era grande, mas "caqui é meu lugar"!

11 de jan. de 2013

25 de nov. de 2012

E no Batida Vertical prevaleceu o regionalismo.

No Rebdull Batida Vertical com ritmos manguebeat, hip hop, funk e tecnobrega deu manguebeat. Claro, aqui em Pernambuco cada um vai puxa a própria sardinha... ou o próprio bolo de rolo. Não pude ver a batalha, vi apenas a apresentação inicial de cada um dos ritmos. O cara Jeff Bass (SP) tocando hip hop foi o que mais me chamou atenção, fera mesmo. O funk é aquilo mesmo, embora o Dughettu também fosse muito bom (todos doidos por uma "máquina" daquela de batida pra brincar em casa, hahaha). Leo B que me perdoe, mas ele não me contagiou. Batida fraca que não lembrava manguebeat. Já Waldosquash, claro, era o meu preferido da noite. No final a disputa foi entre manguebeat e tecnobrega... Deu mangue! Como disse Waldosquash num rápido papo no facebook "Ficou no final a gente e o manguebeat. Prevaleceu o regionalismo". 
Na edição de Belém a batalha foi entre Gaby Amarantos e Nando Reis. Deu Gaby, não possivelmente pelo regionalismo (ou bairrismo), mas pelo fato de serem ritmos diferentes. Na edição olindense os quatro (não sei porquê 2 a mais) ritmos era de batida forte, o que poderia igualar a disputa. A proposta do Redbull é excelente, principalmente pra quem gosta de música. 

Praqui não ficar sem video coloquei esse com qualidade ruim, mas tem outro muito bom >>> Link <<<

Beijoooos!