"Como eu queria ser
Esse sol que lhe queima
Essa roupa que cobre o seu corpo
O vento que lhe possui
E essa água que banha você (é muita posse, viu)"
Hoje tem show de Gilliard (e Joanna) no Festival de Seresta aqui em Recife. Segura o cotoveeeelo.
Trago hoje um brega mais romântico, uma melosidade, um chameguinho bom de dançar. Não tô carente, e mesmo se estivesse, algum problema? Afinal, brega não é apenas o ritmo, a dança, o tecno, brega também é a letra, o sentimento e o sofrimento. Por conta disso venho com "Nosso juramento", de Gilliard.Eu sofro mais que tudo, se te entristeces
Não quero que a incerteza ter faça chorar (também não quero)
Nós dois amor juramos eternamente
E se os mortos amam depois da morte amamos mais (minha gente, é novela das 6?)
Se eu morrer primeiro tu me prometes
Sobre o meu peito inerte deixar cair
Todo pranto que mostra tua tristeza
Para que todos saibam do teu querer (arrasou)
Se morreres primeiro, eu te prometo
Escreverei a história do nosso amor
Com minha alma cheia de sentimento
Escreverei com sangue, com tinta sangue do coração (arrasooou mais)
No poedo verte triste porque me mata porque me mata
No quiero que laguta te aga diorar (é espanhol tá?)
Nós dois amor juramos eternamente
E os mortos amam depois da morte amamos mais"
Esse casal rejeitou o "até que a morte os separe" bonito! Será que existe amor desse jeito ainda? Chega a assustar de tão potente, parabéns Gilliard. Ah, desculpem-me pela carreira ao falar da história de Gilli, mas é que a intenção era apenas situar vocês. =) Abraços!