Gente, mil perdões. Faz tempo que não escrevo, não posto, não comento nada por aqui... A "fuleragi" tá grande, eu sei. Essa ainda não será a postagem oficial de 2013, mas desde já desejo tudo de bom pra vocês. Muita saúde, paz, união, felicidade... e brega na vida de vocês!
Um beijo grande, cada um aqui é extremamente especial pra mim!
11 de jan. de 2013
25 de nov. de 2012
E no Batida Vertical prevaleceu o regionalismo.
No Rebdull Batida Vertical com ritmos manguebeat, hip hop, funk e tecnobrega deu manguebeat. Claro, aqui em Pernambuco cada um vai puxa a própria sardinha... ou o próprio bolo de rolo. Não pude ver a batalha, vi apenas a apresentação inicial de cada um dos ritmos. O cara Jeff Bass (SP) tocando hip hop foi o que mais me chamou atenção, fera mesmo. O funk é aquilo mesmo, embora o Dughettu também fosse muito bom (todos doidos por uma "máquina" daquela de batida pra brincar em casa, hahaha). Leo B que me perdoe, mas ele não me contagiou. Batida fraca que não lembrava manguebeat. Já Waldosquash, claro, era o meu preferido da noite. No final a disputa foi entre manguebeat e tecnobrega... Deu mangue! Como disse Waldosquash num rápido papo no facebook "Ficou no final a gente e o manguebeat. Prevaleceu o regionalismo".
Na edição de Belém a batalha foi entre Gaby Amarantos e Nando Reis. Deu Gaby, não possivelmente pelo regionalismo (ou bairrismo), mas pelo fato de serem ritmos diferentes. Na edição olindense os quatro (não sei porquê 2 a mais) ritmos era de batida forte, o que poderia igualar a disputa. A proposta do Redbull é excelente, principalmente pra quem gosta de música.
Praqui não ficar sem video coloquei esse com qualidade ruim, mas tem outro muito bom >>> Link <<<
Beijoooos!
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4 de nov. de 2012
Das culturas pernambucanas.
E numa véspera de Finados lá fui eu comemorar a vida num clube tradicional do Recife (Olinda, quem sabe?). Atração principal: Adilson Ramos. Público: com idade superior a 3x a minha. Clima de amor, alegria e escondidinho no ar.
Primeiro você se alegra de ver aquelas senhorinhas com roupa decotada, bronzeadas, batom vermelho na face e aquele jeito faceiro de dançar pra chamar atenção dos poucos moçoilos do clube. Sim, 80% são mulheres que reservaram a noite pra divertir, deixando em casa os netos com a vizinha e o almoço do sábado já pronto.
Segundo você passa a desconfiar dos homens que estão no salão. Não, diferentemente de todas as baladas recifenses, 80% deles não são gays. Pelo contrário, são machos demais, machos suficientes pra deixar a mulher em casa com a desculpa de "vou fazer hora extra no trabalho" e ir simbora arranjar uma "pareceira" da dança. Você olha pros homens e pensa "que safado, tá aqui raparigando, num acredito". Pode ser preconceito, pode ser rótulo, pode ser julgamento do pesado, mas certos ambientes não tem como você pensar diferente. Um motivo, que sempre me lembra de "gaia" é lugar que tem vendedor de flores. Como diz o brega, "A flor que ele compra pra você no bar é troféu de quenga". O lugar, a música e o clima de amor permitem isso. Fui pro Ares Cisnes (clube dos Cisnes pros mais chegados), mas isso acontece também no Clube das Pás, no Bela Vista, no Círculo Militar, no Bandepe. São clubes tradicionais de músicas tradicionais, de love songs bregais.
Terceiro que pra muita gente eu era um peixinho fora d'água. 2ª idade num público de 3ª, músicas antigas, ninguém pra "ficar". Mal sabem os outros que a diversão às vezes é até melhor, mais natural. O foco principal são as músicas, a sinceridade no olhar das pessoas. É ficar imaginando quanta história cada um carrega ali, mas claro, deixaram os problemas na porta de clube e ali é um momento de fuga/descontração. Aconselho a cada um que nunca foi a um clube tradicional desses a ver o outro lado, sem luxo nem piriguetagem, sem futuro, só passado e presente. Aconselho também a assistirem o filme "Chega de saudade", sendo este contado na cidade do Rio de Janeiro no contexto mais pra samba/gafieira.
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2 de nov. de 2012
Otáaaaaaaario!
A pessoa se esforça e no final leva um pé na bunda? Ô meu deus, isso não se faz não. O que acaba acontecendo é as pessoas virarem pedra, deixarem de amar, de aproveitar o momento e as pessoas simplesmente por medo de sofrer de novo...
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Banda Cassino
23 de out. de 2012
Meu cofrinho de amor!
"(...)
Minha alma está queimando (fogo no rabo)
Neste fogo abrasador
E às vezes eu recordo com ciúmes
Seu rostinho, seu perfume
Seu jeitinho de beijar
Estou quase morrendo de vontade
De abraçar o seu corpinho
E matar minha saudade (huuuuuum)"
De abraçar o seu corpinho
E matar minha saudade (huuuuuum)"
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Elino Julião
22 de out. de 2012
Seria bom apertar um botão e tchau?
Hoje em dia o telefone e o relacionamento deixou de ser fixo; agora é tudo móvel. Hoje em dia as pessoas não relacionam-se, mas conectam-se, afinal, no momento em que estiver de saco cheio é só desconectar, desplugar. Bom mesmo seria se pra esquecer de todo sofrimento amoroso a vida fosse a cópia de "Brilho eterno de uma mente sem lembranças". Aliás, seria bom mesmo? Milho não vira pipoca sem passar pelo fogo e é através das decepções, desesperanças e "não gosto de você" que a vida flui.
"Diferentemente dos 'relacionamentos reais' é fácil entrar e sair dos 'relacionamentos virtuais'. Em comparação com a 'coisa autêntica', pesada, lenta e confusa, eles parecem inteligentes e
limpos, fáceis de usar, compreender e manusear." (Amor líquido - Zygmunt Bauman)
É o amor líquido presente na modernidade, causando tanta carência que só de ver o nome na lata de Coca Zero traz felicidade!
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Musa do Calypso
21 de out. de 2012
Tô sumida!
Gente, faz tempo que não posto nada por aqui né? Desculpem-me meus lindos, mas de umas semanas pra cá a vida ficou turbulenta. No máximo postei muita coisa pela funpage do Facebook, que é mais rápido. Desculpa mesmo, prometo que esses dias retornarei as atividades por aqui. Aliás, esses dias não, hoje mesmo! Pra começar...
"Queria as duas, ficou sem ninguém". A coisa safada de sempre desses homens. Só porque tem muita mulher no mercado se acha no direito de querer várias... OXE!
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Kitara
Quem fala assim?
Por que ninguém fala? Porque simplesmente na hora da dor o que você mais quer é liberar o Id, é falar tudo que pensa sem superego atrapalhando. Na hora da dor é o putaquepariu que vem! Quando se sofre por amor nada melhor do que cantar "Já que eu não te quero mais/ Vá morar com Satanás/ Lá nas grades do inferno", ao invés de ouvir "Quando você me quiser rever/ Já vai me encontrar refeita, pode crer."
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Luana
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