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29 de abr. de 2015

Gravação do dvd de Adilson Ramos

Teatro Boa Vista lotado na gravação do dvd de Adilson Ramos.
Duas noites memoráveis! Os dias 17 e 18 de Abril ficaram marcados na história do brega romântico, do bolero apaixonado, da música popular brasileira dos salões de dança. Adilson Ramos e todo o seu carisma, seu filho Cristian Ramos - músico, cantor e produtor do dvd - juntamente com a banda maravilhosa, produtores e equipe de apoio promoveram um show de talento, musicalidade e... brega.

Músicas clássicas como "Olga", "Leda", "Relógio", "Sonhar contigo", "A chuva me lembrou você",
Adilson e Cristian cantando clássicos da Jovem Guarda.
entre outras, fizeram parte do repertório deste grande espetáculo. Arranjos diferentes, numa pegada mais dançante, arroxa, num toque sertanejo, por aí... Ficou bem legal!

Agora vamos aguardar informações de quando o dvd será comercializado, mas aos fãs uma boa notícia: este dvd será um especial da Globo Nordeste! Para quem não foi sentirá o gostinho da maravilha que foi o show e quem foi recordará este momento especial.

Abraços =)  

11 de abr. de 2015

Chegou no Pará, parou!

Este não é um blog de viagens, todos sabem disso, porém a terra visitada neste feriado foi Belém do Pará, conhecida por sua riqueza cultural e musical (aí o brega entra). Quando eu dizia "Vou pra Belém no feriado" ouvi várias pessoas falarem "Perdeu o quê lá?". Puro preconceito regional de gente que diz ~amar~ o Brasil, acredito eu. E na minha breve resposta "Perdi teu preconceito lá, sou louca pra conhecer o Pará e vou encontrar muita coisa legal" eu tinha certeza de uma viagem cheia de experiências e coisas exóticas. Acertei!


Pinduca, o rei do carimbó.


Assim que cheguei, por volta das 23h, fui conhecer a famosa festa Quintarrada, promovida pelo guitarrista fera Félix Robatto. Gente interessante, de todas as idades, que estavam ali esbanjando alegria e gingado. Festa das boas, ótima dica pra quem quiser conhecer e vivenciar um pouco do cenário musical paraense. Na mesma noite, por  sorte destino maravilhoso meu, teve show de Pinduca, grande ídolo, ícone e rei do carimbó. Ouvir "Sinhá pureza" in loco foi bem especial.

 
Passeio de barco pelo rio Guamá, 06h30.
 
PRIMEIRO DIA
Às 05h00 da matina (sim, logo após a Quintarrada) partimos (eu e um amigo) para um passeio pelo rio Guamá, rumo à ilha dos Papagaios. Cenário paradisíaco para um belo início de dia, ao som do canto dos papagaios que acabaram de acordar (diferente de mim que nem dormi). É aquele momento em que você agradece a Deus por mais um dia, por mais uma oportunidade de estar vivo. Ver os papagaios voando aos pares dá a sensação de que não estamos sozinho neste mundo nem muito menos devemos desperdiçar os bons momentos que a vida nos dá, seja ela o mais simples que seja.
Maniçoba + Caruru + Vatapá
De volta ao hotel, seguimos para o centro da cidade, de ônibus. Fizeram muito medo do tipo "só ande de táxi, Belém é muito perigoso", mas morar em Recife é quase um estágio para qualquer outra cidade. Descobri que várias linhas de ônibus passam pelo mercado Ver-o-peso (e muita coisa legal fica nas redondezas dele) e turistar em Belém não foi algo de outro mundo. 
Visitar a Basílica de Nazaré (belíssima), Mercado Ver-o-peso,

Ver-o-peso
Praça do relógio, Igreja da Sé, forte do Presépio, Casa das 11 janelas, igreja do Carmo, Mangal das Garças. Vislumbrar um pouco de cada lugar  é vivenciar muita história, beleza e cultura, além de fazer uma longa caminhada que nem cansa (quando o assunto é viagem a gente anda quilômetros que nem sente). O bom disso é o queimar das calorias ganhas na viagem. A parte gastronômica de Belém é bastante desenvolvida e embora eu não tenha apreciado muita coisa, me senti uma índia falando tanto bacuri, jambu ("o tremor do jambu é gostoso demais", como canta Dona Onete), uxi, cumaru. Em meio a passadas turísticas, o descanso merecido de fim de tarde no Mangal acredito que foi o auge do dia. Entrada gratuita, espaço bem amplo, arborizado, cheio de garças dando rasante na sua cabeça e uma vista belíssima de quase toda Belém. Até certo ponto é um oásis em meio ao rio e a periferia, em meio ao barulho e a correria.
 

Escolha o seu óleo ou perfume, hahahaha. Diretamente do Ver-o-peso (para quem acredita deve funcionar mesmo).
 
SEGUNDO DIA
Cerveja sabor Taperebá = Cajá
Vir a Belém e não comprar o óleo da Bota é ir a Recife e não comer bolo de rolo (exageros, tô brincando, hahaha). Sendo assim, fazer compras no Ver-o-peso é melhor do que comprar roupa em Miami. Os investimentos foram de castanha do Pará, bacuri, jambu a cds de brega, óleo "Pega homem" e vasos marajoaras. Ao lado do Ver-o-peso (que, pensava eu, era aquele prédio azul legal, mas na verdade aquele é o mercado de peixe) fica a estação das Docas. Linda! Toda de ferro, com banda passando por cima de você enquanto você almoça, toma um chope da Amazon Beer (cervejaria de lá) e depois toma um sorvete na Cairu (sorveteria top de Belém, ponto turístico-gastronômico). Lembra muito o nosso Marco Zero, beirando o rio, barquinhos passando, lugar tranquilo e de boa paisagem. 
Jurunas vista da varanda de Gaby com o rio Guamá no horizonte.

Após a estação das Docas (bem após, após mesmo, mas é andável) fica o Ver-o-rio. Lugar tranquilo também, ótimo para casais apaixonados e apreciadores de um pôr-do-sol refletido no rio. De lá, segui para o famoso bairro do Jurunas, terra da nossa querida Gaby Amarantos. Que visita linda, meu deus. A casa dela é linda feito ela e a terra dela é exótica feito ela. De uma de suas varandas dá pra ver o rio e a igreja em que a mesma começou sua cantoria, seu gogó de realeza.
A Portinha
Bairro simples, com jeito acolhedor, mas que também nos ofereceu um "cuidado quando chegar lá, cuidado com o celular, é melhor não pegar ônibus" bem típico de periferia plana (sem morro).
Depois no momento vip, amiga viajante e jornalista do brega, Gaby nos levou para a Portinha, restaurante espaço gastronômico bem conhecido por lá, que já ganhou vários prêmios, localizado na Cidade Velha e de comida ma-ra-vi-lho-sa. A maniçoba lá é gostosa, por aí você tira (comi um no centro da cidade e tinha gosto de terra). Além do pastel de pirarucu + jambu (o famoso mato que treme) + tucupi, provei o bolo de chocolate com castanha do pará e cupuaçu. Gente, perfeito. Pensei até em comer o bolo todo e voltar pra Recife nadando... Sério. Muito bom. Depois do abraço caloroso de Gaby e a comilança, voltamos para o hotel.





Mangal das Garças
 





















TERCEIRO (e último) DIA
O voo saia no fim da tarde, então o passeio ficou reduzido. Seguimos para a praça de República, que é tipo a ~praia de domingo~ de lá. Famílias reunidas, feira de artesanato, apresentações culturais, crianças brincando. Uma típica manhã ao ar livre. Nesta praça fica localizado o Teatro da Paz (o Santa Isabel de lá), bem legal por fora. Estava fechado e não pude ver a lindeza por dentro (segundo as imagens do Google e referências pessoais). Estava lá um famoso vendedor de cds bregas e de músicas românticas, o Bacalhau, conhecido por ser chapéu de gaia touro.
Teatro da Paz
Até então ainda não tinha pego chuva em Belém, o que é raro. Pois... Nesta linda manhã de sol fui surpreendida por uma chuva daqueeeelas, torrencial. E igual a Recife, só chuva, nada de diminuição de calor e mormaço. Depois desse leve transtorno, fomos para o shopping Boulevard, que assim como os de todo o Brasil, estava com a praça de alimentação lotada. Após o shopping, a dor da partida... Aeroporto.

Em resumo, terminei a viagem com a energia renovada, cheia de histórias pra contar e fotos pra me amostrar. Bom mesmo é ver o quanto o nosso Brasil é rico em cultura, natureza, belezas que muitas vezes não são exploradas. Gente que conhece a Torre Eiffel (nunca fui), diz se orgulhar do Brasil, mas sente vergonha da região Norte que só tem mato e macaco ou do sotaque do nordestino. Gente de mente pequena e que está erradíssima. Fica aí a dica para vocês conhecerem este estado que já sabia que era bom, mas confirmei que é mesmo!

Beijos com sabor de cupuaçu e cachaça de jambu :) 

4 de nov. de 2014

Uma noite com Loira Marrenta


Carlinha Alves
 Neste último sábado, dia 01, o blog teve a honra de acompanhar a banda Loira Marrenta em mais um show, em mais um sucesso no palco, em Carpina. É sempre ótimo conhecer um pouco mais aqueles que nos animam na alegria e nos consola na sofrência amorosa, hahaha.
O show foi na boate Boot's House e, pra variar, a casa estava lotada. Assim que chegamos estava Cheila com a banda Swing do Pará. No mesmo dia teve Loira Marrenta (com vocalista Carlinha Alves, guitarrista e compositor Elvis Pires + grande parte da equipe ex-Kitara) e logo após a banda Musa. O frio que estava passou rápido depois de tanto brega bom tocando... O brega esquenta, o brega lota, o brega anima, o brega é vida.

 

A ida na van foi bem divertida. Risadas e histórias pra lá, curiosidade de como a noite e o show ia ser pra cá. Teve adesivo do blog fazendo famosidades, teve simpatia e beleza com as dançarinas marrentinhas, teve brilho, glamour e bregância. No fim das contas deu tudo certo.

Marrentinhas
O público estava afinado no coral dos antigos sucessos, como Louca, das novas sofrências como Porque homem não chora (na voz de Xande Sales, vocalista masculino da banda) e auges musicais da Loira, como A gata fecha. Dentre o repertório teve também músicas de Anitta com um toque brega, que por sinal ficou maaaaaassa!
Xande Sales
Assim como falo pra bandas, cantores, músicos e produtores que conheço, desejo todo o sucesso do mundo à banda. Que Deus abençõe sempre os caminhos e projetos de vocês, afinal, o nosso brega pernambucano ganha bastante com isso.

Beijo grande!
(Elvis e Eder Pires, obrigada pela força de sempre)

3 de nov. de 2014

Lia Sophia: sucesso maior que "Ai menina".

Fernando e Lia
Fernando, da dupla Fernando e Sorocaba, trocou de parceiro. Calma! Foi só na noite desse sábado (1), quando ele entrou em cena no Altas Horas ao lado da cantora Lia Sophia, musa da nova cena paraense, que tem seu novo CD lançado pela Som Livre.

No especial dedicado aos temas de novelas, os dois cantaram Você Não Vale Nada, sucesso de Dorgival Dantas que ganhou a boca do povo em Caminho das Índias, na gravação da banda Calcinha Preta. A canção era tema de Norminha, personagem vivido pela também paraense Dira Paes.

Cantora, compositora e musicista (toca banjo, guitarra e violão), Lia começou a cantar nos anos 90. Mas seu primeiro palco não foi nada convencional. Por sugestão de um amigo, ela foi tocar numa casa, sem saber do que se tratava, e só quando começou a ver o movimento das "meninas" foi que descobriu se tratar de um bordel. Acabou fazendo tanto sucesso que atrapalhou o movimento da casa, pois os clientes não saiam das mesas, encantados com sua voz.

Em 2012, o trabalho de Lia Sophia se espalhou pelo Brasil através da novela Amor Eterno Amor, que tinha o carimbó eletrônico Ai Menina como um dos principais hits da trama. De lá para cá, ela já cantou em atrações como Criança Esperança, Encontro com
Participação no programa Altas Horas
Fátima Bernardes
e Programa Sílvio Santos e dividiu o palco com nomes como Leo Magalhães, Banda Calypso, Wesley Safadão e Preta Gil. Por último lançou o clipe da música Quando eu te conheci (o instrumental é um dos meus preferidos, por sinal).

No próximo dia 9 de novembro, ela sobe ao palco do Auditório Ibirapuera, em São Paulo, para mostrar seu som que mistura brega, cumbias, zouk e carimbós, em hits que vão de Quero Você a Amor de Promoção. Ao lado dela, estarão Max de Castro e a conterrânea Fafá de Belém. Vale lembrar que Fafá a primeira artista da MPB a se unir aos novos sertanejos que bombaram no final dos anos 80, ao dividir com Chitãozinho & Xororó a gravação de Nuvem de Lágrimas.

7 de set. de 2014

O brega está pop?

Não tem como ler o texto pra vocês, mas em resumo entendi que Priscila e Gaby, hoje, são as grandes
representantes da música brega hoje. Quando li "quem disse que o brega não é pop?" me faz discutir o que já falei aqui várias vezes: ás vezes fico com a sensação de que o brega vira pop pra o povo (entende-se os preconceituosos, os que gostam de brega e não assumem, os recalcados musicais de plantão...) "deglutir" melhor, ser mais aceito e mais bem visto. A sensação que tenho é essa e respeito que ache o contrário.
Enquanto blog que divulga não só a música brega, mas que tenta analisar tudo o que acontece nesse espaço musical, preciso dar minha opinião. Desde já nada contra as duas cantoras, que quem me conhece sabe que as admiro e adoooooro demais! Pernambuco e Pará têm uma relação muito forte com a música brega. Inclusive (queiram ou não queiram os juízes), o grande estopim na carreira de Gaby foi em Recife, no Rec Beat, em 2010.
Sou a favor do brega, sou a favor do brega na mídia nacional, sou a favor dessa democratização que só o brega faz! É isso. Beijos.

26 de jul. de 2014

Lia Sophia no teatro de Santa Isabel

Lia Sophia no teatro de Santa Isabel - Recife
Poderia ser só mais uma sexta, mas o show de Lia Sophia deu o brilho inicial do final de semana, a começar pelo teatro de Santa Isabel. O mesmo é referência em Pernambuco pela sua beleza e historicidade. Lugar chique, como muitos dizem.

Lia Sophia fez um show simples, alegre, dançante, contando um pouco de sua história. Bem intimista, visto que o público estava bem envolvido no seu enredo musical. De versões a músicas autorais, Lia cantou e encantou com o seu vozeirão, seu jeito gracioso de dançar suave e do dom de tocar instrumentos de corda. Homenagem a esposa do nosso rei Reginaldo Rossi, Celeide Rossi (que estava no show), cantando "Em plena lua de mel", música de sua autoria.

Lia recebeu convidados como o grupo Quarteto Linha, que não conhecia até então, trazendo um novo jeito e swing de pandeiro para a música "Recife, minha cidade", sucesso de Rossi e que representa bem as belezas, culturas e costumes que só Pernambuco tem (inclusive a megalomania, porque aqui é TUDO DE BOM mesmo). Recebeu também Almir Rouche e Nena Queiroga, representantes oficiais da música pernambucana carnavalesca-regional-que-dura-o-ano-todo. Lia cantou músicas como "Amor, amor", tema do seu terceiro cd, "Se avexe não",  e fechou com "Tchau, tchau amor", de Ivan Peter.

Ao final do show, Lia recebeu alguns fãs em seu camarim. Simpaticíssima, alegre, conversou, tirou foto e autografou cd. O carisma e o talento é que a tornam uma artista mais grandiosa e que, com certeza, merece todo o sucesso do mundo. Um fim de 25 de julho de 2014 bem leve.

18 de mai. de 2014

Vício Louco no programa Esquenta!

 
Hoje o programa Esquenta! teve a grata participação da banda de brega, pernambucana, Vício Louco. Dedesso desceu o bateria arrebenta e ficou lá de boa, fazendo parte dos convidados do dia. Dedesso se chegou e começou a tocar cavaquinho, enquanto Péricles e Xande de Pilares cantavam um samba. Foi quando Recife o apresentou.

 
Regina lembrou da participação da Vício Louco no seu antigo programa, o "Central da Periferia". Lembrou inclusive que Dedesso estava magro e hoje engordou, ficou rico e "tá um gato!" hahaha. A música que tocou na época do programa foi a famosa "Pica-pau", parceria de Elvis Pires e Rodrigo Mell, atualmente separados em parceria (Elvis é ex-banda Kitara, que chegou ao ápice, à Globo e agora não está tão famosa quanto antes).



Vício Louco cantou a nova música "Perdeu playboy", que mostra o romance entre rico e pobre. Bem a cara do Esquenta!...
 
 
Gostei! É o brega pernambucano se chegando, se amostrando e precisando de mais fama e reconhecimento!


17 de mai. de 2014

Festival Nacional da Seresta

Shows na praça do Arsenal
Na última semana (de 7 a 10 de Maio) aconteceu o 20º Festival Nacional da Seresta, aqui em Recife. Artistas renomados e das antrolas, cheio de sentimento e sofrimento amoroso encantam com suas músicas que carregam muitas histórias de vida e de lembranças. Atrações que agradam a todas as faixas etárias. Muito bom!

Na sexta (9), a primeira atração que assisti foi Claudia Barroso, que eu não conhecia. Aliás, não tinha prestado atenção nela ainda, mas as músicas que ela cantou... Hummm... Conhecia quase todas. Muito romantismo e uma dor de corno sem fim, a ponto de alguém gritar "Eeeeeita que essa música resume minha vida". Nesse nível <3 No teclado estava seu filho, bonitinho por sinal, naquela vibe "filho de peixe, peixinho é". É assim com Altermar Dutra Jr, Bartozinho Galeno e Cristian Ramos, filho de Adilson Ramos (depois falo mais).

Fernando Mendes
A segunda apresentação foi Fernando Mendes. Sempre tive vontade de ir a um show dele, mas até então sem sucesso. A voz é a mesma (e o cabelinho pra frente também), incrível. Já começou com a música que mais amo, "Sorte tem quem acredita nela". Essa música ÉPÁTORAAAR, é muita lição de vida numa melodia só.

Pra fechar com chave de ouro, show de Adilson Ramos. Ô homi enérgico, divertido, simpático, interativo e dançante. Assim como no ano passado, Adilson fecha o dia com vontade de quero mais. Seja pra dançar, recordar ou cantar, seu show agrada a todos, através das clássicas Olga, Leda, A chuva me lembrou você, entre outros. 50 e poucos anos de carreira explicam-se: ele nasceu pra isso!

Ao fim do show, a banda Baladeiros S/A, que tem na formação principal Cristian Ramos, filho de Adilson, tocou uma música pra fechar a animação do povo. Volto pra observação inicial

: os pais da músicas são fundamentais na ascensão dos filhos musicais. Família é isso! :D